
O Ministério da Previdência Social e o Ministério da Fazenda confirmaram o índice oficial de reajuste para os segurados do INSS que recebem valores acima do salário mínimo. Com o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 2025 fechado em 3,90%, o valor máximo pago pela autarquia passa de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,55. O novo valor entra em vigor imediatamente, impactando os pagamentos que começam a ser depositados no final de janeiro e início de fevereiro.
O reajuste de 3,90% é estritamente baseado na inflação medida pelo INPC, conforme determina a legislação vigente para benefícios que superam o piso nacional. Em contraste, o salário mínimo para 2026 teve um reajuste de 6,79% (considerando inflação mais o crescimento do PIB), o que gera uma "compressão" das faixas salariais:
Essa diferença faz com que, ao longo dos anos, beneficiários que ganhavam, por exemplo, dois salários mínimos, vejam sua renda se aproximar cada vez mais de apenas um salário e meio, um fenômeno conhecido tecnicamente como erosão do poder de compra relativo.
A mudança no teto não afeta apenas quem já está aposentado. Para os trabalhadores da ativa que recebem salários elevados, o novo limite de R$ 8.475,55 altera o valor máximo de desconto do INSS na folha de pagamento:
Limite de Desconto: A contribuição máxima do empregado (alíquota efetiva próxima a 14%) agora incide até o novo teto.
Previdência Privada: O valor do teto é o principal balizador para quem planeja aportes em previdência complementar, já que qualquer valor salarial acima de R$ 8.475,55 não será coberto pelo regime geral (INSS) no futuro.
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